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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Dimmu Borgir: Versões do Novo Álbum Abrahadabra


Abrahadabra é uma palavra que apareceu pela primeira vez no Livro da Lei, o texto sagrado de Thelema. O seu autor, Aleister Crowley, descreveu-a como "a Palavra do Aeon", que significa a “Grande Obra cumprida."

Os Dimmu Borgir escolheram Abrahadabra como nome do nono álbum, que tem chamado a atenção dos apreciadores do género.A banda fez primeiramente um anúncio de que contrataria uma orquestra para gravar as orquestrações feitas pelo antigo teclista Mustis, depois pelo lançamento do videoclipe “Gateways” , em que adoptou uma estética fora dos padrões da banda e dividiu opiniões entre os fãs.

Agora a banda esta a divulgar mais detalhes sobre as diferentes versões que serão disponibilizadas do seu novo álbum.



A versão digital que será colocada à disposição pela loja do iTunes ira conter, além das faixas normais do álbum, versões com orquestra das músicas “Gateways” e “The Demiurge Molecule” .

Outras versões digitais serão comercializadas nos sites Amazon, Raphsody, entre ouros, e trarão uma versão de orquestra da música “Dimmu Borgir“.

Uma versão especial já está em pré-venda em http://store.nuclearblastusa.com, limitado a apenas 350 cópias. O pacote trará uma caixa de metal com a frase “Usado realmente em batalha”, o álbum em CD com digipack especial que se abre em forma de cruz com um bónus track, uma fivela de cinto, uma Dog Tag um poster e uma T-Shirt exclusiva.

sábado, 4 de setembro de 2010

Dimmu Borgir – Abrahadabra a Caminho

Dia 27 de Setembro é uma data a reter na memória para os inúmeros seguidores dos Dimmu Borgir - lançamento do “Abrahadabra”, novo álbum de originais. O sucessor de “In Sorte Diaboli” tem um registo com uma veia clássica que conta com a colaboração de Norwegian Rádio Orchestra e o Schola Cantorum Choir, orientadas por Gaute Storaas. A editora responsável vai ser novamente a Nuclear Blast. Shagrath, para nos deixar mais em pulgas, diz que “poderá ter sido o trabalho mais detalhado em 17 anos de existência”, apelidando-o mesmo de Besta “I will dare to say we have created a BEAST”. Para além de se existir uma mudança na sua sonoridade, pois vai ser um álbum com uma tendência mais clássica e orquestrada, o título do álbum também sofreu alterações passando de três palavras para uma palavra, sendo apenas a segunda vez desde a sua estreita em 1994 (“Stormblåst” em 1996).

Os Dimmu Borgir irão começar a promover o “Abrahadabra” em Setembro com os Enslaved e Sahg.

Gateways será o single lançamento para a "BESTA" Abrahadabra

Dimmu Borgir- Gateways


Shagrath“The black flame burns brighter than ever before.”

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Obituary – Dia 09 de Setembro em Corroios

Os norte-americanos Obituary regressam a Portugal no dia 09 de Setembro no Cine-teatro de Corroios, ainda com ao Darkest Day na Bagagem. A primeira parte fica ao encargo de duas bandas de Death Metal Portuguesas, os Hacksaw (nascidos em Guimarães durante o ano de 2005, www.myspace.com/hacksawportugal) e dos Theriomorphic (oriundos de Lisboa, no activo desde de 1997, www.myspace.com/theriomorphic).
Bilhetes a 20€ (Compra antecipada) ou 25€ no próprio dia.

Deixo aqui a recordação de Don´t Care do álbum World Demise de 1994

segunda-feira, 26 de julho de 2010

CRYPTOPSY - Blasphemy Made Flesh - 1994


CRYPTOPSY
"Blasphemy Made Flesh"
1994

Os anos ’90 foram “a praia” do Death Metal. Cannibal Corpse, Carcass, Deicide e outras já lutavam pelo seu espaço, enquanto outras tentavam brutalmente alcançar os ouvidos dos mais thrashers metaleiros. Até que em 1993 surge uma demo de uma banda oriunda do Canada, e que deve ter deixado alguns norte americanos de queixo caído. Os Cryptopsy lançam cartas com a demo tape “Ungentle Exhumation”. Um ano depois surge a estreia em CD – “Blasphemy Made Flesh”.


“Blasphemy Made Flesh” é um murro bem assente na cara! É o que um álbum de Death Metal deve ser: Brutal! Mas a brutalidade destes Canadianos em 1994 é carregada de glamour, como se a brutalidade fosse algo de bem feito e com requinte. E de facto se ouvirem o trabalho agora em 2010, não deixam de acenar com cabeça e afirmar a categoria destes canadianos. Logo a abrir a brutalidade manifesta-se pelos instrumentos muito bem dominados pelos quatro músicos de serviço. Ao longo do trabalho poderem esperar riffs de guitarra pesados, rápidos e soltos – o som é bastante “arejado” e não abafado, como caracterizou alguns dos trabalhos dessa época. Aliás, a produção tem características muito interessantes. As guitarras e o baixo estão num segundo plano, deixando o primeiro plano para a bateria e o vocalista. Quase diria que este álbum é uma lição de bateria para quem se quer iniciar no Death Metal. Flo Mounier parece uma máquina, e ao mesmo tempo consegue largar pitadas de feeling no seu processo criativo. Mas “Blasphemy Made Flesh” pode ser ouvido tendo atenção às guitarras e baixo, como tendo atenção à bateria. E poderemos ter uma audição do álbum bastante versátil e dinâmica. Quanto à voz – o Sr. Lord Worm é um colosso neste álbum. Consegue tonalidades muito interessantes e criativas, e roça o psicadelismo (tal como a bateria – reparem na tarola: é genial ouvir este álbum tendo como base a tarola; e se fizerem a comunhão da voz com a bateria, hão-de reparar na loucura destes canadianos). Quanto aos solos, eles são curtos e eficazes. Não há por aqui virtuosismo, mas há delicadeza (característica interessante para quem compõe um álbum de Death Metal com a categoria deste “Blasphemy Made Flesh”).

Um bom álbum para recordar e para conhecer. Decerto que os mais novos fãs de metal ficarão de queixo caído e pensarão se os Job For A Cowboy são brutais. Para eles e para todos nós, aqui fica a “Abigor”.

Post-Scriptum:
Os fãs de Death Metal têm razões para se sentirem orgulhosos por terem vivido uns anos de ouro para o Death Metal. “Blasphemy Made Flesh” ainda é um valente murro na cara mesmo passados estes anos.